A amplitude dos aspectos cerebrais
- Antônia

- 27 de abr. de 2021
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A compreensão do cérebro humano é uma incógnita para a ciência. Na infância, a criança superdotada é analisada pelo seu grau de Q.I., onde os aspectos variam de criança para criança. Um Q.I. a partir de 110, já é considerado uma inteligência acima do normal. Mas o que ocorre com um cérebro superdotado? Quais área são mais desenvolvidas? Existe diferenças de tamanho da massa encefálica, em relação ao Q.I. atingido? A resposta é simples, o cérebro não muda de aspecto devido a porcentagem de Q.I. ser maior. O que ocorre é que a parte cerebral mais explorada é a parte do intelecto. Essa área, ligada ao consciente e a memória, tem uma coloração diferente. Ela vibra em uma frequência maior, facilitando a memorização. O conjunto memoria retrograda e atual, consciente e subconsciente, tem um trabalho próximo a uma usina de força de grande porte. Essa região está com um maior nível de energia, pois atua de forma fantástica em se tratando de conhecimento. A criança que é dotada de tal potencial é vista de forma diferente, pois é de pouca socialização, vendo o mundo de uma forma diferente. Ela nutre gostos por coisas fora da idade que apresenta, interessando-se por assuntos que absorve mais conhecimento. Ela tem saciedade por conhecimento, pois seu cérebro exige isso o tempo todo, devido a frequência que vibra. Tal atividade cerebral é para seres exercerem funções que exigem uma renovação em setores da evolução humana, como tecnologia, ciência, física, química, matemática, etc. 68 Se assim não ocorresse, a humanidade não teria condições de dar passos largos na evolução, alterando sempre para melhor alguma atividade que se predispõem. Se analisarmos a história da evolução, observamos que em todas as épocas existiram seres com uma taxa de Q.I. acima da média, que deixaram as suas marcas registradas na história até a época contemporânea.


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