A ancestralidade como uma frequência de ascensão
- Antônia

- 6 de mai. de 2021
- 2 min de leitura

O verbo se fez carne e habitou entre nós. A ancestralidade que a cadeia de DNA carrega, traz em sua origem um complexo de vidas pertencentes a uma quantidade de seres de um mesmo Espírito. Transitar pelas alamedas da vida, com vestimentas diversas e em períodos diferentes, traz características condizentes às necessidades que cada parte da persona necessita. A somatória de todas as personas, contribui para a dilatação da consciência presente e o preenchimento da dimensão que se apresenta. Se estudarmos a fundo as características do DNA, concluímos que a história se escreve nas linhas ocultas do ser, convidando as dificuldades marcadas neste código genético, para participar de um novo cenário para que o desenrolar ocorra da melhor forma. Na profundidade da questão de cada ocorrência, existe uma barreira energética traçada com características uniformes, para serem retrabalhadas, conquistando novos espaços na dimensão que se encontra, reescrevendo as histórias da ancestralidade com novos aspectos. Esse processo traz a formação de uma forma piramidal, onde as bases são niveladas por um processo ainda muito primitivo do ser, mas conforme o desenrolar da sua estrutura ascensional, vai remodelando até atingir um nível alto de intelectualidade e moralidade, pronto para pular para outra dimensão, onde iniciará a subia em outra base de uma nova pirâmide. Cada ser constrói a sua pirâmide, fazendo parcerias diversas para que a estrutura esteja bem solidificada. Fazendo uma leitura na árvore ancestral de cada ser, podemos dizer que não tem lógica alguma maldizer os componentes familiares do passado, pois corre um risco muito grande de ser o mesmo ser vestido com uma outra vestimenta, trabalhando uma característica que ainda não tinha sido resolvida, da personalidade atual. 82 Muitas vezes, demora-se muito dentro de uma estrutura dimensional, por traçar linhas divergentes da subida piramidal, ocorrendo um atraso na ascensão do espírito, mas que não deixará de construir a sua pirâmide. Cada ser que habita na carne, se tornará Verbo.


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