A contribuição de uma civilização – Atlântida
- O Alquimista

- 27 de jan. de 2021
- 2 min de leitura

O que esperar de uma civilização que veio dos altos para ensinar um outro modo de viver, senão a contribuição para a elucidação da espécie humana, que caminhava em outra dimensão, fora do padrão daquela existente. Atlântida tida como uma região que desapareceu, mas no fundo ela existia protegida, fora da dimensão densa que predominava na Terra. Foi criada tal civilização que evoluía em outra dimensão, ligada a um orbe superior, onde estavam em constante contato, trazendo dê lá informações primordiais que deveriam deixar registrado na psicosfera da Terra. Viviam abrigados dentro de um halo gigantesco, onde quase ninguém de fora poderia observar. Tal proteção era primordial para não serem descobertos e exterminados pelo homem da época. Foi um mundo criado muito próximo da terra, pertos das águas mansas dos oceanos, que se estendia pela consta, pois ali existia um portal dimensional cujas características eram para que o povo pudesse trafegar sem interferências do ambiente pesado que predominava na terra. Eles traziam conhecimentos alusivos e registravam nos livros sagrados da terra, que seriam desvendados com o passar do tempo, quando o homem teria maior condição de entender pelo conhecimento adquirido. Essa tal civilização esteve aqui, ficando por alguns milênios, para que o homem engrenasse na sua subida desafiadora da escalada evolutiva. Tudo que existia dentro da Atlântida era feito com material diferente dos padrões energéticos do planeta terra. Era uma matéria mais sutil, delicada, de acordo com a civilização que habitava aquele lugar. As informações chegavam pelos portais abertos entre os mundos superiores e o posto colocado na Terra, a Atlântida, que servia de receptor para chegar e deixar registrado 103 tudo nos livros digitais, onde mentes futuras iriam captar e transcrever, para um melhor entendimento e elevação da humanidade. Deus sempre usa de formas diversas para fazer seus filhos perdidos voltarem para a linha sedimentada pelo amor. Jamais desiste de um filho seu, como a história da ovelha perdida. Não deixa nada para traz. Sempre dando a oportunidade de crescimento para todos. Existiam acessos diretos, como se fossem tubos ou “buracos de minhocas” entre Atlântida e os outros mundos superiores. Jamais Atlântida foi um expurgo de seres que vieram para cá, mas sim um orbe montado dentro de outro, protegido e que contribuiu muito para que o momento de desvendar os mistérios ocultos de forma lúcida chegasse e fosse bem elaborado pelas mãos de homens de gênios, como Allan Kardec. Por isso, nunca foi encontrado nada, nenhum vestígio desse mundo misterioso que existiu as margens dos oceanos. Depois de tudo registrado nos livros digitais da terra, esse mundo se recolheu e foi transferido para a sua verdadeira morada nos altos da Criação. Assim trabalha o Criador, sempre com formas encantadoras para a ajuda de seus filhos.


Comentários