A EVOLUÇÃO DO SENTIMENTO
- O Alquimista

- 23 de jun. de 2020
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Luz da aurora de outrora, pureza divina dividida nas partículas dos recônditos da alma, amor que brota como um sentimento que aquece, que vibra e escreve nas entrelinhas da própria vida, partindo de algo possessivo em direção a libertação.
No início das eras primitivas, caminhamos com sentimentos embrutecidos, servindo de experiências para as situações desenvolvidas em questão. No decorrer da evolução, quadros incontáveis surgem com o objetivo de fazer resplandecer sentimentos sutis, ou seja, transformar a forma primitiva, em vida cada vez mais sutilizada.
Desenhamos quadros de intensa proporção diante das situações que passamos, como se fosse um passado imerso ao presente, aguardando o trabalho a ser realizado nele e não vive-lo novamente, ou sofrê-lo intensamente.
A mudança nos aguarda ansiosa, pois logo após essa transformação surgirá um quadro elevado aguardando trabalho, realização, onde deveremos depositar nele conteúdos de nossa experiência para adquirir outras, pois vivemos ciclos que jamais para na jornada evolutiva do ser.
Tratar do passado é como traze-lo expresso nos arquivos da própria alma, onde ela deverá supera-los, trabalhando incansavelmente nesta vida que se apresenta.
Universos que surgem dentro e fora de nós, criados pelo nosso pensar, são exatamente o que temos, o que somos e nosso maior desafio é deixa-lo cada vez mais adequado à evolução, dentro da moral cristica, da lei que se sobrepõe a todas, a lei do amor!


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