A EXPRESSÃO DO TEMPO, OS ARQUÉTIPOS
- O Alquimista

- 6 de out. de 2021
- 2 min de leitura
O livro sagrado da pedra filosofal foi aberto!
Com uma grafia exorbitante, nos inspira a entender o tempo, fora da realizada da terceira dimensão.
Somos parte de um conjunto, um agrupamento de situações que coexistem ao mesmo tempo.
Na esfera central da vida, existe a fonte que sustenta a tudo, irradiando de si a força necessária para que tudo exista.
Essa força é individual, pertencente a cada ser, ligando-o a vários quadros que se montam ao mesmo tempo, com cenas já vividas e outras que ainda devem viver.
Tudo está pronto e ocorrendo ao mesmo tempo, necessitando apenas que cada irmão faça o percurso criado por seu Espírito, desejoso de aprender e cumprir todas as lições descritas pelo Criador para que se torne uno com Ele.
Todos os quadros estão ligados ao mesmo tempo, chamados de arquétipos, listados cenas que ele mesmo criou para torna-lo capacitado a tal ligação com o Criador.
Desafios, experiências, dores, alegrias, desenvolvimento das potencialidade de cada alma, aprimorando-as a cada cenário montado contribui para que esse arquétipo produza uma aceleração na subida da escalava.
Entender esse processo faz parte de mais um desafio criado pelo Espírito, pois está no comando dessa abertura que se faz compreender que o tempo é único, sem variações, apenas é manipulado por mentes que ainda o sentem como elemento fundamental de existência.
Atingindo o elemento gerenciador, o Espírito propriamente falando, a compreensão muda, pois a abertura do tempo perde as características, mostrando que tudo já existe em tempo real, bastando apenas acessar os arquétipo correspondentes que contribuem para a sua expansão.
Cada individualidade carrega toda a essência que o Criador depositou, bastando apenas passar por todos os arquétipos montados para que se cumpra o desejo que o torna cada vez mais semelhante ao Criador.
Dessa forma, todos estão em várias cenas desses arquétipos ao mesmo tempo, alterando sempre algo que ainda não foi vivido, devido a montagem que se faz no ciclo que está cumprindo, ou seja, se o Espírito ainda necessita da experiência de viver em mundo sombrios, tudo o que ele fizer ali, altera algo nos arquétipos seguintes, variando sempre de acordo com a conduta do mesmo.
A potencialidade está ao centro, mas a mente sempre está vinculado com o padrão condizente com a evolução do ser.
Quanto mais experiências passarem, maior o grau de entendimento e adequação de bons caminhos, libertando do domínio da matéria, graduando-se a arquétipos maiores, com maior capacidade de realização.
O resultado de todos eles formam a essência do centro.
Percebe o grau de evolução de cada ser, conforme os arquétipos que está ligado, ou seja, quanto mais puro ele for, devido as experiências vividas, o conjunto de arquétipos se expande, dando a ele maiores espaços para realizações. Se ainda estiver ligado com variantes fora das leis divinas, o espaço desses arquétipos é menor, chegando a viver várias histórias girando dentro da mesma cena, faltando a percepção das escolhas realizadas.
Tudo no espaço criador são arquétipos girando dentro de um mesmo espaço, fazendo entender que o Espirito está no comando e não mais o tempo, conforme os sentidos vividos na terceira dimensão.
O que os aguardam depois do vale é algo fascinante que desafia o ser a uma expansão eterna!


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