A fé como principal instrumento de cura.
- Antônia

- 19 de abr. de 2021
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Quando falamos de crença, não estamos direcionando isso a alguma religião, mas sim ao sentimento de religiosidade que existe dentro de cada ser. Mesmo aquele que se considera ateu, está contido neste instrumento divino, pois religiosidade é sinônimo da paternidade criadora que habita cada célula humana. O contexto fé é atribuído aos seres que tem a certeza que operam dentro da faixa divina e que conseguem reverter qualquer situação, mesmo a falência do corpo biológico. Quando estamos inseridos em uma vida com alguma anomalia decorrente de um inconsciente julgador, a fé exercida na situação faz com que o caminho a percorrer na encarnação se torne favorável a alegria, preenchendo as lacunas de forma amável. Quando alguém apresenta uma certa enfermidade, passando pelo estado acamado, com dores dependentes de medicação é quando o processo do despertar da fé inicia a transformação interna do moribundo. Tal transformação, se bem empregada, faz com que a consciência desperte para a transformação de célula a célula, renovando a energia doentia, modificando a intimidade de cada célula, sentindo que Deus está contido dentro de cada átomo, pronto a ser reconhecido para a verdadeira transformação do ser. Toda situação irreversível, conforme a medicina acadêmica atual, pode ser transformada ou modificada, desde esse real reconhecimento divino. Jesus já deixou o seu legado exemplo, quando disse que poderíamos fazer tudo o que ele fazia ou até mais. Ele agia na intimidade da criatura, despertando o Pai dentro de cada ser. Quando a criatura reconhecia tal paternidade, ela saía do quadro enfermiço e não voltada a adoecer, mas quando esse reconhecimento era apenas superficial, ela recebia tal energia de cura, porém, aos poucos, a enfermidade se instalava novamente. O caminho já foi descrito pelo Nosso Senhor Jesus, o que nos resta é ter a certeza e não duvidar da potencialidade que cada célula carrega dentro de si, nos seus mais íntimos compartimentos, ou seja, onipresença paterna de Deus.


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