A MANEIRA DA EXPRESSÃO
- O Alquimista

- 6 de out. de 2020
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Olhando fixamente na expressão facial do ser humano, podemos compreender um equilíbrio ou a falta dele, pois acompanham o conjunto alma e espírito.
Diante do dúbio de expressões, apresentam-se os sentimentos expressivos que fazem parte de cada ser.
Contanto, muitas vezes, essas divergências nas formações dos caracteres da expressão, não revelam a verdadeira intensão do momento.
As causas são diversas, mas fazem parte da personalidade da expressão e da intensão espontânea de experimentos racionais definidos.
Diante desses fatos, muitas vezes, a personalidade e o verdadeiro sentimento são decifráveis, através das reações faciais que agem espontaneamente diante de situações adversas.
Entre alguns parâmetros de contemplação, encontramos também uma certa dualidade de expressão, o que torna ainda mais difícil uma correta analogia funcional do estudo da parapsicologia.
As interações de ordem espirituais, também são fatores de influência do contexto experimental em questão, necessitando de estudo profundo dos arquivos comportamentais na linha de pensamento Freudiana contemporânea de experimentos comportamentais, filosóficos e sociais.
Contudo, o amor e a paixão são de total observância sob esse ponto de vista criterioso, analítico espiritualista.
Traços aparentemente de notória expressividade atuam nas formações faciais demostrando sentimentos, muitas vezes impossíveis de serem contemplados pelo público leigo, somente pelo especialista renomado da área.
Toda via, vários fatores de reflexões são responsáveis por análises conclusivas das personalidades ou dos arquivos constantes, para uma verdadeira e atuante percepção psicológica universalista com grande potência e gênero do pensamento analítico.
A percepção é atuante nas diversas fases do estágio de participação e dependência evolutiva, conforme a sensação já existente.
Observar de maneira criteriosa, faz parte geral de todos os sentimentos, como amor, ódio, paixão, etc., desse estudo conceitual evolutivo, até a chegada e passagem do fim do vale, nesta escalada.
Causa parcial do terceiro estágio perceptivo humano.


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