A Mesopotâmia, seus mistérios e variações
- O Alquimista

- 7 de jul. de 2021
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Uma região cheia de mistérios, onde o ocultismo prevalecia entre os povos.
Os babilônicos foram uma civilização que lideravam exércitos, usufruindo do poder que exerciam sobre os demais povos da época. Eram temidos por invasão de terras, saque e mortes em massas. Eles buscavam poder e a liderança entre todos os exércitos.
Com um vazio dentro do peito, um sentimento de renúncia fazia buscar pelo líder maioral, que tinha nas mãos o segredo do ocultismo. Ele fazia revelações de épocas passadas, utilizando a parte mediúnica que era desconhecida de todos. Trazia um conforto para todos que o procuravam, mas incentivava a necessidade de crescer o exército e se tornar líder de toda a terra.
Guerrearam por muitos anos, sempre temidos por muitos outros exércitos.
Essa raça prevaleceu na terra por um período longo antes de Cristo.
O líder do ocultismo revelava a história da migração de um outro planeta, que era a casa de todos, mas que para voltar para lá era necessário juntar um número muito grande de homens em seus exércitos, adquirindo assim a força e liderança necessária que lhes traria o retorno para a “casa”.
Com esse poder nas mãos, o líder conduzia o exército, sem usar a espada, mas com o poder do lado oculto. Quando o líder chegava ao final da vida, outro já era destinado a ocupar o lugar, prevalecendo sempre as ordens do antigo, não podendo mudar o que era estabelecido por ele.
Em consequência, ocorreu muito derramamento de sangue pelo fato de usarem o ocultismo de forma errônea. As vidências e revelações eram feitas mediante objetos “sagrados” utilizados, que indicavam o que tinha que ser feito para obtenção da liderança e do retorno a verdadeira casa.
Ocorre que com o passar dos tempos, as mudanças dos religiosos sempre deixavam uma variação diferente do antigo tutor. Essa variação começou a desmontar o exército, ou seja, iniciou um desagrupamento dos líderes, onde passaram a seguir para outras terras e formar outras facções.
Deste povo temido, surgiram os persas e outros, com seus exércitos e líderes, mas sempre tinham a necessidade de ter um líder do ocultismo que, muitas vezes, era uma mulher.
É um povo que veio pelas vias da migração, devido ao crescimento do planeta que habitavam e o não acompanhamento da energia do mesmo. Preferiam viver pela exuberância da força com destaque e não seguir pela transformação. Pertenciam a Capela, mas antes a uma região intergaláctica da constelação de Orion, onde ocorreu uma maior varredura daqueles que não queriam seguir o verdadeiro líder, o pacificador e mestre Jesus.
Um conjunto de emoções prevalecem em todos os filhos de Orion que habitam a terra na atualidade. Misturam a tenacidade da vida com o dilema das emoções pertencentes a uma época passada. São seres que estão vinculados ao terror, ao passado doentio oferecido pelas mãos de líderes gananciosos e que estão aguardando que esse líder volte para resgatá-los, pois ainda se sentem fazendo parte do mesmo exército que aqui aportou a milénios.
Porém, como isso não vai mais ocorrer, correm o risco de passar pela cruciante situação de migração, mais uma vez, pela bondade de nosso Criador, que sempre dá oportunidade de regenerar um filho Seu.


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