A origem da Civilização Celta
- O Alquimista

- 22 de jul. de 2021
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Seres com um grau de lucidez altamente desenvolvido, com total domínio dos elementos da natureza, formaram um campo energético especifico, atuando na atual Irlanda, espalhando pelo orbe terrestre conhecimentos oriundos de outros orbes.
Descendentes dos gigantes que habitam esferas superiores, trouxeram para a terra, a sabedoria do universo escrita através dos elementos da natureza.
Um grupo formado por líderes de outros orbes, aqui adentraram pelas portas abertas do espaço sideral, vindo em naves para formar uma colônia neste local, onde o misticismo seria a maior marca do grupo.
Trabalhavam com fogo, usando campos dimensionais, trazendo instrumentos sagrados de outras dimensões, para atuar nesta. Eram capazes de ultrapassar a linha do tempo deste orbe, usando outra frequência, tornando-se invisíveis para muitos que aqui estavam.
Usavam muita magia, trabalhavam com as forças ocultas dos campos dimensionais, abrindo portais, intercambiando entre outras esferas, utilizando da total capacidade que seus cérebros eram derivados.
Também foi um povo que necessitava da mistura de raças, para que os ensinamentos que trouxeram, fossem proliferados e utilizados de uma melhor forma.
No início da sua estadia nesse orbe, quase que não se deixavam ver, devido a diferença de grau evolutivo que tinham, para preservação do tempo necessário, que deveriam ficar aqui.
Os rituais eram sempre uma forma variável de manipulação da energia, formando campos energéticos necessários para desenvolverem as condições necessárias de adaptação para o momento das misturas de raças.
Eram um povo anfitrião, cheio de carismas e elevação. Tinham por lar a natureza, onde contribuíram para que a riqueza do lugar estivesse sempre perfeita para o embelezamento dos olhos.
Utilizavam de muita dança, através dos instrumentos que traziam, pois a frequência que eles atingiam era de uma potência muito superior a qualquer nota musical da atualidade.
Ocorre que chegou o momento da miscigenação e, aos poucos, foram se deixando ver, usando da beleza que tinham, da pureza dos atos, para trazerem para a aldeia, seres compatíveis para o engrandecimento dos conteúdos que disponibilizavam.
A família Celta se tornou um aglomerado grande, escapando do controle dos líderes maiorais. Muitos aprenderam a manipulação dos elementos sagrados, onde muitos começaram a usar para agradar a si mesmo, favorecendo o ego e não mais o bem estar de todos.
Devido a isso, um campo negro começou a ser introduzido na aldeia, levando os líderes a tomar atitudes decisivas, banindo do meio todos aqueles que utilizavam a magia para o lado negativo.
Foi um período de muita perturbação, acabando por quebrar os laços que fizeram, formando dois grupos rivais, onde podemos ver os resquícios na atualidade, entre os dois países vizinhos, Irlanda e Inglaterra.
Filhos da mesma raça, porém vinculados a situações diferentes.
Com o passar do tempo, os celtas se extinguiram da terra, pois foi desnecessário dar continuidade na miscigenação, uma vez que muitos aderiram o conteúdo e usaram para satisfazer o próprio ego.
Porém, outros que se vincularam com a magia superior, deixaram grandes ensinamentos para o orbe. Dois exemplos peculiares dessa civilização são Allan Kardec e Léon Denis. O primeiro foi um ser de primeira linhagem da raça celta, já o segundo foi derivado da mistura de raças, onde foi solidário aos termos dos ensinamentos aprendidos.


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