A poesia na intimidade da evolução
- O Alquimista

- 26 de set. de 2021
- 2 min de leitura

Uma pequena folha caindo da árvore gestacional da sua vida, leva consigo parte da evolução que aprendeu, quando fazia parte da composição da unidade árvore. Qual segredo existe nesta sequência, quando no solo bate ou mesmo no fluxo do rio que a leva para longe? Talvez essa liberação das folhas no tempo certo de seu amadurecimento, seja a renovação do quadro evolucional da unidade árvore, criando novos espaços para que novos desafios existam. No momento em que ela se despe das folhas antigas, algo inicia dentro da sua cadeia de evolução, pois é como se conectar com a profundidade das suas células, aguardando novo fluxo de energia para que novas folhas brotem, com mais vigor que as anteriores, estabelecendo assim o refazimento de velhos conceitos, reiniciando outro processo de evolução. Em toda a natureza, em toda cadeia de seres, existem mecanismos renovadores, alterando o fluxo da energia, possibilitando mudanças celulares, compondo novas cadeias de DNAS, ativando processos que farão conexão com a próxima cadeia evolucional que participarão. Não seria diferente na cadeia da individualização da espécie, por exemplo, o ser humano. A composição do DNA humano carrega dentro das suas estruturas, um complexo cheio de códigos que indicam toda a cadeia milenar que aquelas células estiveram ativas. É uma verdadeira poesia, observar as fases que passou para chegar onde estão passando pelas primeiras espécies deste solo, as algas verdes, vivendo no mundo dos unicelulares, se adaptando nas subdivisões múltiplas, aprendendo a se multiplicar em uma constância gigantesca, gerando os primeiros embriões adaptados ao ambiente, com atividades constantes para o crescimento. De acordo com a ciência da terra, a espécie humana tem aproximadamente sete milhões de anos, ficando uma incógnita quando a grafia da época, pois a analise se faz em cima de crânios descobertos até então. O que ainda desconhece é que esses primeiros seres são adaptações das sequencias de DNAS, onde liberavam células, como as folhas das arvores, proliferando novas, carregadas de forças. Essas forças eram provindas dos raios dos seres celestiais, pois é a forma de auxiliar no processo de individualização. Uma mistura considerável de forças impulsiona a criação de células cada vez mais potencializadas, alterando toda a estrutura de DNA da espécie, pois é desta forma que é feita a transformação do reino animal em humano. Para o ser chegar na cadeia perfeita da espécie humana, passa por uma variação celular gigantesca, liberando células e construindo novas, com novas sequências de DNA, sofrendo misturas até o ápice, para que a leitura celular esteja perfeita, sem variações. Um mecanismo cheio de amor, onde mostra que não há erros na evolução, mas sim resultados cada vez mais perfeitos, pois mãos que amam trabalham introduzindo todo material necessário para que caminhem rumo a escalada


Que seja de aprendizado e crescimento nossa evolução, cada qual no seu momento de desaprender de estimas e preceitos enraizado....