A repercussão diante de um diagnóstico errado
- Antônia

- 10 de abr. de 2021
- 4 min de leitura

Grandes confusões que se formam sobre casos de difícil diagnostico clinico. Quando se estuda quase que uma vida inteira e, diante de algum caso fora do que a ciência conhece, a ciência acadêmica abre brechas para tratar anomalias infantis com procedimentos únicos para casos fora dos padrões estabelecidos pelo Tratado da Medicina e Saúde. Tais procedimentos são feitos iguais para esses casos em comum, como que colocassem essas crianças de diferentes anomalias, mas que não tem um diagnóstico estabelecido pela academia cientifica, em uma sala e fossem todas tratadas da mesma maneira. Esse procedimento indica que ainda falta muito para a ciência perceber que chegou a hora de estudar um corpo que está acima do campo biológico. Quantas referências ainda irão precisar para indiciar tal estudo? Poderia evitar um sofrimento gigantesco se a ciência abrisse esse leque e admitisse que os corpos energéticos que existem em cada ser são tratáveis. Cada anomalia de amplo aspecto e difícil diagnostico, limitando totalmente a criança de se manifestar, poderia ser amenizada se encontrasse a sua origem no corpo perispiritual, nas estruturas intimas desse corpo que é muito mais abrangente do que o corpo biológico. Cada estrutura do corpo perispiritual necessita de um estudo meticuloso, pois as células que fazem parte desse corpo estão ligadas uma a uma ao corpo biológico. Estudar a célula humana já abre espaço para uma funcionalidade grandiosa, onde o equilíbrio das mesmas se faz pelo trabalho exato que elas executam. Uma função celular feita de forma errada, desequilibra a área em que ela faz parte, ou seja, levando à enfermidade o órgão em questão. Olhando agora a funcionalidade das células energéticas do corpo perispiritual, observamos que a função em cada órgão não muda, porém ela age com forças de energia e que devem fazer um percurso perfeito, dentro de cada órgão em que faz parte. Se houver uma interrupção em um ponto energético dentro do órgão em que está ativa, bloqueará a passagem energética, que funciona como uma gigantesca usina de forças, tendo como consequências o rompimento do vaso energético celular, lesionando a célula ligada no corpo biológico. Consequentemente, as anomalias de difícil diagnósticos deverão ser tratadas no campo perispiritual, observando as interrupções feitas neste campo, usando medicamentos adequados para amenizar o quadro clinico, conforme a lesão que este apresenta. Para este tipo de tratamento, a ciência necessita ampliar a visão além da matéria física, desenvolver equipamentos adequados para captar as células perispirituais. Essa inovação facilitará e ampliará a capacidade da ciência chegar cada vez mais perto da essência de cada criança e iniciar um novo processo de tratamento, com maior conhecimento de causa. O corpo perispiritual é feito a partir da energia propicia do estado evolucional que o espirito se encontra. Diferente do corpo físico, onde a matéria é bem densificada, este corpo possui linhas energéticas que ligam toda composição energética existente. Elas partem paralelas uma a outra, moldando todo o corpo astral. Bilhões de átomos compõe a densidade dessa estrutura, formando os órgãos de acordo com o padrão energético que se encontram. A perfeição dessa estrutura depende muito da intimidade atingida pelos pensamentos, sem barreiras que bloqueiam a energia, facilitando a composição dos órgãos em perfeito estado. Essas linhas quando bloqueadas em determinado percurso, forma-se uma massa rígida, impedindo que a passagem energética seja livre. A sua estrutura torna-se fragmentada, marcando nos órgãos especifico a deficiência referida. O rompimento dos vasos energéticos que encontram-se no corpo astral, ocasiona uma passagem para o físico do desequilíbrio. Pode ocorrer de forma lenta, passando átomo a átomo, drenando a forma energética desequilibrada ao corpo biológico ou a criança pode nascer com tal deficiência, pois a passagem energética se rompeu e vem de forma fragmentada para a região específica no corpo biológico. A partir desse ponto ou rompimento das linhas paralelas de força, a doença se estabelece na criança, ciando uma fragilidade maior para os órgãos especifico. Limitações geradas por traumas dentro do ventre materno, contribui para o rompimento dessas linhas que mantém a saúde do corpo energético. Por se tratar de ser uma energia sutil e muito influenciada pela força da emoção, não é nada difícil de ocorrer pequenos rompimento, gerando algumas dificuldades na vida biológica da criança. A conexão dos corpos é extremamente perfeita, porém o corpo mais denso acaba sentindo todas as pancadas recebidas nos demais corpos. Não se consegue um movimento perfeito no veículo carnal, se as engrenagens do corpo energético estiverem rompidas. É de suma importância o conhecimento ou a abertura da ciência para estudar tais corpos, pois dessa forma, a visão se ampliará e o entendimento das anomalias se tornará cada vez mais perto da realidade. Toda estrutura energética é ligada a uma emoção. Por isso, o arquivo que existe dentro do ser oculto é algo ligado diretamente aos sentimentos de cada ser. Se um ser desenvolveu, no passar das existências anteriores, o sentimento de medo, as linhas energéticas quando moldadas nos órgãos, podem desestruturar a parte renal, pois medo está muito ligada a tal área. Chegando neste ponto, as terapias apresentadas devem voltar o olhar para tal estrutura, facilitando um espalhamento da emoção, tentando conte-la e ampara-la da melhor forma. Cada átomo precursor recebe uma carga específica do arquivo oculto, modificando-se ou adaptando-se ao que ali contém, pois é obediente a tal emoção. Cada movimento do mesmo torna-se desigual diante a estrutura abalada de cada região fragmentada no corpo energético. Essa vibração permite a criação ou a passagem de pequenos vibriões psíquicos que enjaulam determinadas regiões do corpo denso. Tal estrutura carnal sofre a necrose, sem uma causa visível no corpo físico e sem um diagnóstico preciso pela ciência acadêmica de medicina.


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