Anéis paralelos, geradores de elementos
- Antônia

- 14 de mai. de 2021
- 2 min de leitura

A energia em forma de anéis, vinculam elementos em cada anel formado. Esse conceito de energia, oferece condições de recriar uma nova história, pois são elementos que se recuperam em seus graus de ascensão. Cada anel vem com elementos de variadas ordens, porém o que diferenciam de outros anéis é a gramatura de cada um deles. Quando dissemos que eles se recuperam para poder recriar, significa que reescrever uma nova história, desde que o ser se integre a fazer isso de forma produtiva, os elementos se reúnem novamente, adaptando-se a energia da vontade emitida pelo ser, criando um novo anel com gramatura diferenciada. Muitos seres reescrevem a sua história em um mesmo anel, reutilizando os elementos disponíveis, que forma misturados e atrelados a uma série de situações que geraram muito conflitos. Neste caso, a sequência se repete, gerando um movimento cármico atrelado a esse mesmo anel. Para sair de tal situação, ou seja, caminhar em um anel com um fluxo mais expansivo, necessário usar do mecanismo de aceitação, vontade de fazer, não perder oportunidades ofertadas para que se vinculem a anéis maiores, com densidades menores, onde os elementos são utilizados de uma forma mais consciente. Para um bom dinamismo entre as partes, necessário estarem servindo a um mesmo vinculo energético, movimento os elementos com espaços criativos mais incorporados em si mesmo. Tal mistura faz com que as novas histórias sejam muito expressivas, chegando ao ponto de não conseguir mais diferenciar o ser dos elementos que estão compondo a sua história, pois se agarram no todo. Cada ser individualizado ocupa um espaço nos anéis que se firmam. É como girar dentro de pequenos radares que emitam frequências, aumentando conforme o campo energético encontre os espaços promissores.


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