Atlântida, um reino entre luz e trevas
- O Alquimista

- 30 de jun. de 2021
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A teoria Atlântida é embasada em cima da pedra filosofal, aquela que transmitia grande poder a quem soubesse usar.
Um reino entre dois mundos, onde a parte que estava no astral era muito maior e mais bem utilizada do que aquela construída sobre uma ilha no arquipélago oceânico.
A natureza dos atlantes foi um mistério para muitos, que, inclusive, ainda não creem na hipótese dessa civilização ter existido.
Duas raças distintas que formaram esta tal civilização.
A primeira raça era gerenciada por pacificadores, que utilizavam a energia de forma útil para a criação. A outra raça eram menores em sabedoria, mas ágeis em seus corpos. Trabalhavam unidos, transformando a cidade em um verdadeiro encantamento energético. Possuíam tecnologia para o avanço das técnicas que utilizavam, vertendo a energia Vril em fonte de proteção contra forças externas. Essa energia criava uma cúpula energética, unindo os dois planos da cidade, o astral com o físico, facilitando o intercâmbio entre eles.
A segunda raça treinava a força, utilizando exercícios físicos e de pequenos combates corpo a corpo, sem agressividade.
A primeira raça aportou aqui de uma região da galáxia, onde predominava a paz. Vieram a pedido do governador planetário, para ajudar no crescimento da filosofia, tecnologia e ampliar a capacidade dos homens que existiam aqui na época.
A segunda raça veio de uma parte onde a força imperava, com necessidades de desenvolver a paz.
Uniram-se em determinado período, no mesmo reino, pois a intenção era manter o equilíbrio, ajudando-se, mutuamente.
As marcas dessa civilização acabaram se alastrando pelo solo desse planeta, levando o combate para outros locais da terra.
Chegou um ponto de não aceitação, e a força falou mais alto, acabando por entrar em guerra e a civilização teve que deixar a ilha, pois ela foi fortemente abalada. A força positiva que a mantinha circulada e protegida, com a guerra entre as duas raças, acabou por romper a proteção e Atlântida não suportou o peso da energia contrária, atraindo para si os tremores que a levaram para o fundo do mar.
O resultado das marcas dessa guerra percorreu por muitos anos seguidos, formando tropas que mapearam cidades, alastrando guerras violentas, com marcas profundas por toda a humanidade.
Quando se rompe uma energia de proteção, a energia oposta se vincula ao ser, levando-o a queda.
Tudo no universo tem que girar no ponto do equilíbrio, onde o Criador é a fonte de pura energia que a tudo mantém. Os braços que saem Dele são as forças que devem crescer e se expandir mantendo o equilíbrio e obedecendo as suas Leis.


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