Civilização Arábica
- O Alquimista

- 25 de jul. de 2021
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Marcados pelo tempo, uma civilização que se degradou diante de tantos erros oriundos de escolhas equivocadas, marcaram a história deste planeta.
Retalhos de uma mente, cujas peças de um grande quebra cabeça misturam-se constantemente, com significados diversos, de acordo com o ponto de vista de quem olha. Sempre há possibilidades de modificar os argumentos que potencializaram situações profundas, mas muitos acabam por mergulhar no vai e vem reencarnatório, sem muitos argumentos para os erros que se repetem. Só mesmo aguardar uma abertura de consciência, entendendo que as lições são meios de aquecer a alma para que ela encontre dentro de si mesma, o preparo necessário para ascender rumo ao Criador.
Muitas regiões da terra foram divididas por potencialidades, cujas características marcaram a sistemática de cada povo.
O povo árabe, descendentes da linha germânica, província construída pela riqueza, pois valorizavam cada ceitil.
O orgulho, a ganância foi uma das maiores características herdadas das origens desse povo. Aptos, criaram as suas próprias leis, desafiando o Alcorão, introduzindo conteúdos de poder, corrompendo o sagrado, para se beneficiarem.
Os maiorais, dominadores trataram de usá-lo para benefício próprio, não importando com os resultados que teriam.
Descendentes de uma raça reptiliana, com caraterísticas hipnotizadoras, usufruíram do poder mental para ditar as leis, impondo a força em nome de Deus, espalhando conceitos de destruição para oferecer lealdade ao Criador.
Montando mentes com estruturas suicidas, introduziam conceitos para que oferecessem a vida mediante a um fato marcante, mas que no fundo foram conceitos criados pelo domínio de uma política sem moral, originaria de mentes diabólicas, com a intenção do domínio das massas, espalhando o terror por todo o território.
Uma raça que chegou aqui para dominar, espalhar o medo e favorecer a critérios individuais, jamais pensando no bem de todos. Muitos dessa raça estão marcados para migrar para outros orbes, devido a não terem se reestruturados nos padrões do Criador. Muitos ainda pregam um deus fantasioso, longe do verdadeiro significado do Alcorão, que preserva a integridade moral do indivíduo.


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