Civilizações da baixa Mesopotâmia, Rio Jordão
- O Alquimista

- 24 de jun. de 2021
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Dentro de um quadrante da mesopotâmia, nas margens da nascente do Rio Jordão, emigrou um povo que podemos caracterizar como aborígenes, mas com uma cultura ricas em detalhes. Mesclavam o diamante com um poder de transformação desconhecido até os tempos atuais. Utilizavam de lampejos de memórias, trazendo de seus antepassados um conhecimento fora dos padrões para a época. Um povo rico em transformação, utilizavam da manipulação dos elementos para criar um determinado objeto.
Era uma população formada de poucos líderes, onde viviam em aldeias. Eram seres com um poder de transmutar muito grande, pois acessavam as suas memórias passadas com grande facilidade.
Caminhavam as margens deste fantástico rio, buscando as essências que ali existiam, para criar os aromas que se banhavam. Desenvolviam um elixir que prolongava a vida, desatando os nós da matéria, entrando na profundidade do corpo espiritual, trazendo de lá uma variante de bem estar que os sustentavam em seu meio de vida.
Tinham por crença um único Deus, onde acreditavam que tinham que estar sempre limpos para se comunicar com eles. Essa limpeza era através dos elixires criados e do bem estar que conseguiam sentir, em contato com o corpo espiritual.
Podemos catalogar como uma civilização que se aprofundou em experiências que transcendiam a carne, onde realizavam meditações como um hábito criado para todos.
Deixaram sua marca para uma nova civilização do oriente, onde seus hábitos se espalharam, não perdendo a tradição de estabelecer esse contato interior consigo mesmo, abrangendo povos milenares, cuja principal característica é a valorização da essência interior.
Aqui estiveram, contribuindo para a formação das estruturas básicas do oriente, dando origem as raças orientais, tais como os chineses da atualidade.


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