DIÁLOGO PROFUNDO ENTRE A CONSCIÊNCIA E A RAZÃO
- O Alquimista

- 11 de nov. de 2021
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Hemisférios cerebrais unidos formam um padrão energético, cuja principal característica é repercutir o que a mente sugestiona como norma ou direção a ser cumprida.
Ocorre que nem sempre essa direção está de acordo com a realidade, pois vem com grande possibilidades de equívocos.
Para se manter sempre alerta e não correr tantos riscos, necessário cravar a profundidade que cada ser carrega, mostrando e sentindo de perto se a situação proposta causa um mal estar, que deve sempre ser modificada por outra forma de pensar, pois a isso fundamenta-se o padrão energético de cada irmão.
Dilatação sadias da consciência vem unida a esse intercâmbio entre a razão e a emoção, que sempre utiliza da consciência para que a sensação ocorra, para que o ser não erre o caminho.
Muitas vezes, a predominância é agir pelo impulso, sem fazer a conferencia interna, utilizando esses mecanismos que estão ali para serem usados, ocasionando uma série de agravantes que circulam a encarnação presente.
Grandes dificuldades são apresentadas para que o irmão preste mais atenção na situação, seja ela edificante ou não, pois o resultado de cada uma delas decorre da atitude tomada perante a ocorrência.
Se essa regra condutora for seguida, uma nova variante começa a brotar, facilitando o caminho a ser percorrido, pois essa forma de viver prevalece todas as situações mal conduzidas que criam várias armadilhas para o despertamento da insanidade de viver pelo impulso que cada situação que se apresenta.
Esse diálogo entre a consciência e a razão deve ser constante e se tornar um hábito para todos os irmãos, que conseguirá perceber que a vida não é um dificultador de evolução, mas ela é a própria evolução que deve ser traçada e bem conduzidas pelos recursos que cada ser carrega dentro de si mesmo.
Jamais o Criador deixaria um filho cair em armadilhas, sem uma proposta que fizesse ele perceber que lhe falta agir de forma diferente, utilizando todo o patrimônio interno que lhe é depositado, como atributos da sabedoria divina.
O ciclo de cada história termina sempre com o resultado de duas ocorrências, a teoria e a percepção, sendo que o ideal seria que essas duas alavancas caminhassem unidas, em um intercâmbio contínuo, pois dessa forma as respostas surgiriam antes mesmo da ação pela impulsividade.
Razão e percepção, dois segmentos que devem ser sempre bem avaliados, antes de qualquer ação ser tomada, pois dessa maneira cada irmão se tornará apto e sem grandes dificuldades, a um novo mundo de regeneração.


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