ESCOLA DA CRIAÇÃO
- O Alquimista

- 25 de out. de 2021
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Detalhes condizentes com uma realidade magica, a circundar experiências com características marcadas por instrumentos de raro valor, tendo como principal a esfera que abriga todos os irmãos durante a evolução.
Como um olho mágico, através de uma pequena fenda, encontramos algo surpreendente e adaptado para cada espécie destinada a evolução,
Pontos de vistas variados, exercem com todo primor que a amplitude ocorra, marcando cada criatura com as marcas sagradas do instrumento do Criador, a Sua Própria Pedra Filosofal.
Debaixo de um cadinho, marcado por um circunferência, encontramos a porta inicial que abrigará muitos seres que formam uma aldeia, com ideais dentro do peito, prontos para estigar a própria vida, enchendo-a de qualidades que marcam uma história, seja ela escrita ou manuscrita pela divindade, pois em se tratando da Criação, cada atmosfera abriga uma sequência lógica de seres adaptados para tal.
A marca inicial traz uma filosofia de um teor diferente, pois nenhuma segue um padrão, mas todas abrigam grandes revelações condizentes para que cada povo estenda a sua marca, abrigando as características que cada pedra filosofal estimula.
Onde há vida, em qualquer fenda que se abre, podemos dizer que tal seres estão ligados a uma filosofia de vida que está ligada a uma pedra filosofal.
Esse procedimento segue uma ordem geral dos universos, emancipando conforme as descobertas cientificas que são realizadas em cada orbe, conforme a ligação com a sua pedra filosofal.
Um conjunto de planetas seguem a ordem de determinada pedra, conforme a junção de valores que desenvolveram após a abertura da fenda. Tais orbes levam as características principais que conseguiram absorver da mesma, servindo para a emancipação das raças a ela ligada.
Dentro desse conjunto de planetas, existem aqueles que conseguem absorver partes menores, dificultando a elevação da maioria, pois o conjunto está ligado a mesma pedra que jamais rompe com os seus, devido serem frutos da mesma fenda. Para que não dificultem muito o processo de subida, elementos acabam se misturando para gerar um fluxo energético propicio, alterando a energia da grande massa molecular de tal orbe, colocando-o em prontidão para seguir o percurso, mesmo que muitos seres que ali habitam ainda não estejam prontos para seguir.
Quando chega neste ponto, uma reclusão ocorre, manifestando defesas para que muitos seres migrem para fendas, cujas expansão estão com menor volume de ascensão.
Eles levam parte da sabedoria que conquistaram com a pedra filosofal que estavam ligados, mas necessário se adaptar aos conteúdos da sua nova morada, ligada a outra pedra com uma nova filosofia de vida.
Realmente a expansão de todas as fendas ocorrem e, consequentemente, cada pedra se abre em conteúdos filosóficos para que os seres ligados a ela rompam as barreiras da inercia, absorvendo cada vez mais a sabedoria que ela expressa.
O caminho da evolução é repleto de mistérios, migrações e adaptações, pois isso faz parte de unir toda sabedoria que conseguem absorber para chegar a um ponto maior, tornando-se pai e filho, eternos sábios, servidores do Criador.


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