Laços consanguíneos, realidade ou ficção
- Antônia

- 18 de abr. de 2021
- 2 min de leitura

Derivado de frequências de vidas, estabelecendo padrões de grande significância, desenvolvemos aspectos ligados a seres, cuja compatibilidade nem sempre é positiva. A aderência dentro do sistema de comparação cientifica, de um cromossomo pai com o cromossomo filho, traz níveis de compatibilidade de um dos corpos, o biológico, mas não tem condições de ler a compatibilidade energética inserida nos corpos além da matéria física. De acordo com a cadeia desenvolvida no decorrer das eras, formamos famílias em cima de derivados provenientes de situações enfermiças, das emoções exacerbadas, cujas características nem sempre são compatíveis. Ocorre que a função do corpo físico, os neurotransmissores exercem funções de acordo com as conquistas emocionais de cada ser, daí deriva-se uma grande problemática nos lares a serem enriquecidas pela nobreza das virtudes conquistas. Vários confrontos entre pais e filhos, a não aceitação, uma irritabilidade expressiva, exerce um mal estar a ser superado entre as partes. Observando os corpos energéticos de ambos os envolvidos, observamos que as emoções se entrelaçam, o perímetro percorrido em cada ser é diferente do outro, mas juntando-se as partes, chegamos à conclusão que os pontos traçados em cada ser são muito parecidos. É como se fosse uma colisão entre o plug e a tomada. As partes pertinentes vêm com as falhas emocionais no corpo astral, onde cada uma vibra em 52 determinada frequência, mas que deve casar com o parceiro, ou seja, o plug deve estar inserido na tomada. Quando essa ligação é estabelecida, os nódulos energéticos de ambos os lados se desfazem e a energia retoma a sua função, acabando com as reticencias entre as partes. A maioria das famílias deste plano de terceira e quarta dimensão, vive esse aspecto, pois necessário se faz, devido ao desequilíbrio das funções emocionais causadas nos corpos das partes envolvidas. Se essa ligação não seguir o percurso, os nódulos acabam crescendo e materializando no físico, com o acompanhamento da dor contínua, pois de uma forma ou de outra, as partes precisam resolver todos os pontos necrosados existentes no corpo astral. Se houver aceitação em exercer o início da resolução da situação, usando a tolerância como ponto de partida, muito provável que ocorra o crescimento dos espíritos envolvidos, sem a necessidade da dor para dissolver tais nódulos energéticos. Ao final de cada história de forma positiva, a cadeia de DNA passa a reconhecer como DNA familiar, ou seja, a família consanguínea aumenta, devido a frequência amor desenvolvida.


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