O desequilíbrio e sua devastação
- O Alquimista

- 24 de fev. de 2021
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Quando ocorre o desequilíbrio dentro do homem, tudo fora é afetado, pois dentro dele existem as mesmas riquezas depositadas pelas mãos do Criador. A expressão da energia que exala, mesmo que tente disfarçar, contribui para formar todo o ambiente ao seu redor. Toda vez que uma arvore é cortada, antes que isso ocorra, dentro dele mesmo já existe essa devastação de valores. Ele se apresenta corrompido pela ganância, dominado pelo ouro, pelas notas que depositam um valor ilusório, esquecendo que o verdadeiro valor deve ser empregado em cada detalhe da criação, que não vive dependente de uma folha enriquecida de papel, mas pelo olhar que capta o deslumbre dos detalhes que somente as mãos que um Criador pode desenhar. Aparentemente, as coisas estão crescendo, ainda com o instinto predominando, ensinando crescer, mas todos já tem condições aptas para melhor enxergar as coisas e verificar que tudo que colocais as mãos deve ser com uma proposta de fazer se multiplicar, pelo simples fato de desejar que ocorra, não se importando com o enriquecimento, mas com o bem que se faz com a obra que recebemos do Criador. Até quando o homem vai partir de uma ilusão para se formar uma realidade e perceber, muitas vezes, que essa realidade que montou para si mesmo, faz parte de algo que desequilibra a arte e não à faz crescer. Podemos sim, partir para uma realidade consciente, pois todos somos partes do próprio Criador e cabe a todos usar as ferramentas propícias para a elevação e não a devastação de um mundo que bate nas portas da regeneração, pois a humanidade está madura para isso, só lhe falta sair do domínio da ganancia, do ter e partir para a valorização do ser, nas condições estabelecidas pelas leis superiores, vinda do coração de Nosso Criador


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