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Parte XI


Admitindo que de um simples ponto no Universo, forma-se uma galáxia, concluímos que a força do pensamento é algo que gesta toda a criação dentro dela mesma. Apesar dos fatos serem um pouco vagos na sua conclusão, o mistério da criação supera todas as possiblidades que nossa mísera mente consegue acompanhar.


Ocorre que o grande mistério que impera cada Universo vestido de vida, existe sempre uma sequência motriz que o rege. Tal força sedimenta os mais humildes detalhes, em comparação aos elementos que estão vagos dentro do mesmo.


Cada elemento solto, que ainda não se prendeu a uma determinada ordem, mapeia o local em questão, à procura de uma boa aderência para fecundar parte de sua essência e formar uma junção de energia, formando então algo definido no Universo.


Tais consequências que surgem são partes da obra do Criador, ou seja, tais junções dão início ao berço dos futuros DNAs que serão implantados. De acordo com o resultado da junção dos elementos, inicia-se uma determinada sequência genética, gerando assim autenticas raças, fundamentadas no resultado de tal processo. Qualquer variação na formação do berço inicial, a cadeia genética a ser seguida altera-se, pois é exatamente o fluxo da energia operante e os gases fecundados que indicarão qual tipo de formação genética será seguida. Por se tratar de algo extremamente minucioso, apenas as mentes ilustres detêm de tal poder, pois, na sequência, precisam dar continuidade na organização da cadeia de DNA criada.


Analisando a forma geométrica do DNA, verificamos a espiral que indica força, equilíbrio e crescimento, ou seja, carregam os códigos genéticos implantados desde a sua origem, sofrendo mutações, conforme sua evolução, sempre se transformando em algo superior ao que era, mesmo que para isso necessite ter um cruzamento de raças, personificando um resultado de DNA, para que os genes sofram alterações e o ser volte a ter melhores condições de evolução. Essa necessidade se faz quando em uma determinada raça, existem uma disformidade dos aspectos iniciais implantados, ou seja, quando um grupo de seres conseguem desenvolver forças opostas à evolução, acabando por danificar os genes da cadeia de DNAs. Devido a isso, necessário que ocorra uma mistura de raças, chamados de seres híbridos para alguns ou apenas seres geneticamente modificados.


Essa é uma das formas que o Criador permite que ocorra, para que, com a mistura dos genes, uma nova constituição surja e novos caminhos sejam abertos, com uma nova sequência de DNA, permitindo assim que não haja desperdícios na evolução. Os códigos genéticos são constituídos da força motriz voltada para a evolução dos seres, não permitindo que evoluam, se os códigos forem deturpados com energias criadoras, provindas da ignorância dos irmãos. Quando tais genes recebem uma carga energética de baixo teor, começa a movimentar a energia de forma retilínea, ou seja, não alimenta corretamente a forma espiral de cada DNA, acabando por agredi-los e bloquear suas funções de evolução. Depois de muito teor energético inferior, somente a mistura de raças permite uma correção no fluxo da energia, mesmo que para isso, demore-se milénios, no calendário atual.


As qualidades supostas, para cada membrana do DNA, igualam-se às características que sobressaem, conforme cada mistura que sofrem. Em se tratando de misturas, o planeta em questão, não tem estudos cabíveis para um bom entendimento do que realmente é uma mistura híbrida e para que ela serve. Muitos falam coisas que já foram trazidas por Allan Kardec na codificação do espiritismo, através dos ensinamentos que nosso Mestre Jesus já deixou registrado a 2000 anos, dizendo “há muitas moradas na casa de meu Pai”. Não é um assunto novo, porém a percepção da humanidade ainda é imatura para tais assuntos. A existência de um véu dificulta tal compreensão, ocasionada pelo distanciamento que fizeram do Criador.


Tal situação escolhida pela humanidade, cavou um abismo de situações desencontradas, sem um alinhamento adequado da energia, migrando por várias fases ilusórias, até hoje encontrada no meio em que vivem. Muitos arranha-céus foram construídos friamente, sem trazer para dentro do templo a verdadeira leitura do Criador, aquela que é mansa, equilibrada e com conteúdo plausíveis, sem distinção de raças. Se assim se comportassem, o intercâmbio planetário seria algo normal, sem espantos. A necessidade da ocorrência da mistura de DNAs se deu, devido ao fluxo da energia ter se tornado extremamente inadequada para a evolução das espécies deste orbe. Nos próximos anos, a necessidade de tal mistura será pelo contato visível entre as partes, o reconhecimento de Deus através das infinitas espécies de seres que existem.


Muitos estão na psicosfera terrestre, aguardando o momento exato para tal contato, pois dessa maneira que o planeta terra conseguirá seguir para a regeneração. Não há condições de migrarem para a regeneração cheios de preconceitos, principalmente o religioso, pois para seguir nessa sequência galáctica, precisam se adaptarem em um único fluxo de energia, aquele que regenera, recupera, recompõe toda a atmosfera de acordo com a energia curativa e amorosa do Criador.

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