Por que as partes se decompõem?
- O Alquimista

- 27 de fev. de 2021
- 2 min de leitura
A realidade muda em cada camada que atuamos. PRIMEIRA ATUAÇÃO: junto a uma encarnação em um corpo denso, todas as coisas ao redor são da mesma forma, para que as misturas ocorram e sejam palpáveis, se transformando conforme o procedimento das mãos que as tocam. SEGUNDA ATUAÇÃO: junto a um corpo menos denso, usando uma força perto da densidade, onde o corpo emocional atua com mais intensidade, liberando um conteúdo que foi aprimorado pela densidade do primeiro ato praticado, exercendo a função com forças da mesma intensidade para atuação neste cenário, fazendo tudo se transformar, conforme a força da emoção conquistada pela evolução do ser. TERCEIRA ATUAÇÃO: junto a uma sutilidade conquistada com emoções elevadas, atuamos neste campo com maior ou menor intensidade, dependendo de como é trabalhado na atuação anterior. Se bem atuados foram, percebemos uma maior sutilidade, difícil até de enxergar, dependendo sempre dos campos anteriores atuados, para uma maior perfeição. Observamos que uma flor ali cresce de uma forma diferente, cheia de luz, e solta das suas pétalas uma luminosidade com som, tornando uma paisagem exuberante neste estágio promissor. Realmente somos seres que atuamos nas diversas dimensões ao mesmo tempo. Uma ligada a outra, dependendo de bons resultados para impactar sempre em uma elevação proporcional como resultado. Há aqueles que pensam ser apenas um corpo de carne e nada mais. Belo segredo da vida, em descobrir que agimos no mesmo instante, em vários processos que crescem de acordo com o ato tomado principal, ou seja, no mundo denso da encarnação. Um processo é ligado ao outro automaticamente. Quando descobrimos isso, percebemos 50 que devemos alimentar com atos especiais para que esses mundos cresçam em proporção e o Senhor atue cada vez mais perto de nós. Uma magia belíssima aos olhos de quem a vê, pois, crescer em várias dimensões, ao mesmo tempo, só poderia ser pura arte de quem ama intensamente seus filhos queridos, o Criador.








Comentários