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POSSO TE AMAR? POSSO ENCOSTAR EM SEU OMBRO, VER AS ESTRELAS E SENTIR O PERFUME DAS FLORES NOTURNAS?


Em que parte da história evolutiva está escrito que a lei de Amor não rege a tudo e todos os seres? Em que parte está escrito que Deus criou almas para caminharem sozinhas, sem doação de amor um ao outro? Em que parte podemos acreditar que Deus é tão punitivo que não criou seus filhos para se unirem? Somos reflexos uns dos outros, somos seres aprendendo a amar em proporções cada vez maiores e isto é tudo aquilo que recebemos do Criador, um presente constante que cresce a cada segundo em nossas vidas! Através do pensamento construímos nossas histórias, nossos projetos amorosos baseados no Evangelho condutor de todos os seres. Somos amor desde que nascemos e continuaremos a ser para todo o sempre. Deus exala amor por todos seus filhos, e precisa de todos dentro Dele, pois caso isso não fosse possível, Ele não existiria, pois o amor deixaria de existir como norma condutora da vida. História se cruzam entre paixão, sexo, continuidade da vida, porém o amor é a realeza bendita que agimos por contemplação, por alimentação, por sustento um do outro. Compactuar o amor é movimentar Deus em nós a todo instante. Aprenderemos a movimentar a reprodução sem o fenômeno sexual futuramente, mas o amor nunca deixará de existir em nossa intimidade gerenciando a nossa respiração. Partilhamos e temos a necessidade de partilhar com almas que construímos uma história e onde o amor foi desabrochado de uma forma encantadora, onde é refletido o aroma campestre, onde o sabor se torna adocicado, onde a libertação do ser se torna por inteiro, pois ele transforma toda dor em alivio, todo cansaço em refazimento, todo desanimo em coragem, ele é o liquido precioso que corre em nossas veias e que toma conta de nós quando pactuamos com outro ser.

Viver uma vida não significa viver a complexidade de todas. Necessitamos de experiências e auxiliar a todos que conosco caminham. Estamos cercados de seres que ainda engatinham pelo sentimento mesquinho da posse, da insensatez, da falta de respeito um ao outro, da sexualidade desenfreada, das paixões que levam o homem ao suicídio, ao abandono interior, por colocar no outro ser um peso enorme de tê-lo como propriedade, ou seja, a ignorância ainda tomando conta da situação. Com os estudos árduos, a exemplificação constante, o desabrochar do amor se torna cada vez mais lúcido em nós. Nunca esqueça que as partículas do Criador são puro amor e todos temos elas dentro de nós.

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