Raio Violeta, sincretismo de uma história contada em verso e poesia
- O Alquimista

- 12 de set. de 2021
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De tempos em tempos, nasce uma história de uma vida fadada a desabrochar como um lampejo de um desejo.
Pode ser uma história cheia de conteúdo ou simplesmente lançada ao sussurro do vento, que fará seu papel de desabrochar o que nela existir.
Cheia de vida, cada história sintetiza a alma de um alguém que a administra, seja ela mínima como um leve sopro ou longa como o percurso de um rio.
Como os raios solares, o raio violeta chega ao solo com todas as combinações energéticas possíveis, para propagar a vida, dentro de muitas histórias.
Em um leve toque, fragmenta-se em partículas que, se somadas, cobrem todo o planeta, se transformando
em uma verdadeira incubadora, gestando seus filhos e ensinando-os a amar.
Para cada lampejo do amor desenvolvido, uma soma de valores desperta essa alma, fazendo-a sentir toda a natureza, como resposta sincera para o coração.
Um planeta azul submerso na energia deste raio, aguardando o devido despertar para contribuir com a evolução, deixando para seu cargo, toda a transmutação de um passado, sem alterar o discurso da vida.
Fica no aguardo de uma resposta positiva, se assim agir pelo coração, deixando de lado toda a lamuria, abrindo os olhos e entendendo que Deus é pai e não padrasto, abrigando a todos na energia deste raio, que tem a capacidade de tudo mudar, se assim desejar.


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