Um povo que habitou o Deserto
- O Alquimista

- 23 de jun. de 2021
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Em uma determinada época, cujo tempo é demasiadamente longo, o planeta terra tinha muita pouca civilização, consequentemente não existiam grandes demarcações de áreas habitáveis. Uma pequena civilização formou-se nas areias do deserto. Um povo de estrutura rude, de cor avermelhada e brilhante, viajou no tempo e aqui estiveram, pesquisando a climatização do planeta.
Era um povo que descendia de um DNA cuja estrutura não necessitava de líquidos para sobreviver. Construíram grandes estruturas para abrigos, utilizando o barro para desenvolver tijolos grandes. Essa característica ficou marcada nos registros siderais como um povo de uma estrutura física bem desenvolvida, com uma força gigantesca, capaz de passar por grandes intempéries e sobreviver. Eles eram um povo adaptado ao calor excessivo, capaz de caminhar por grande distância sem sentir desgastes. Vieram de um planeta perto do Sol, onde buscavam por lugares parecidos com seu planeta inicial, com o objetivo de colonização. Aqui permaneceram por muitos séculos, acabando por migrar para seu planeta de origem quando o então deserto aniquilou-se, devido a variação climática sofrida na época. Eles construíram grandes edificações de tijolos, com um pátio muito grande que servia de ruas com acessos as casas. Algo fora dos padrões que conheceis, pois traziam uma inteligência fora da realidade terrena da época. Uma civilização que deixou de existir, sem deixar vestígios, devido as grandes mudanças climáticas sofridas durante os milênios. As ruinas acabaram soterradas, transformando em areia, facilitando a dilatação do atual Deserto do Saara que é catalogado pela geografia atual. Podemos dizer que mesmo não tendo vestígios, a estrutura de barro montada por eles, reduziu a um pequeno tijolo utilizado nas construções das casas atuais.


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