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Uma civilização que deixou marcas na América – Maias e Astecas


Perto da linha do Equador, em determinada região do Peru, um portal foi aberto.

Uma grande civilização que ali habitou, vinda de um orbe longínquo, que passou pela ilha de Atlântida, acabando por estabelecer um vínculo com essa região, após o desaparecimento da ilha.

Cheia de mistérios aos olhos do homem comum, eram povos místicos, acostumados a usar da magia e abrir portais onde intercalavam as dimensões.

Um povo cuja característica principal era viver fora do espaço e tempo da época, trazendo as configurações de seu antigo planeta para este, manipulando a energia, usando a pirâmide como um portal dimensional, onde se mantinham em constante ligação com esferas superiores.

Usavam de tecnologia sideral, pois tinham o campo da inteligência expandida, podendo atingir mentes inferiores com muita facilidade.

Vieram para o orbe terrestre, migrados de determinada região, mas não por exílio e sim para contribuir com a expansão do atual povo desse planeta.

Trouxeram raças evoluídas, com capacidades de manipular pedras preciosas, desenvolvendo essa transformação dentro da pirâmide que construíram e que era um refúgio para todo o povo.

Faziam avanços na parte agrícola, plantando e colhendo alimentos gerados com a ajuda energética que criavam em torno do local.

Tudo era muito enriquecido, pois dominavam a manipulação e o entrelaçamento da energia. Constantemente, usavam a pedra como um polo energético que vinculava com a força Vril, que aprenderam a manipular em outros orbes. Tinham dentro da pirâmide um polo energético que vinculavam a essa energia, criando condições de vida superiores para a época.

Ocorre que em determinado tempo, uma pequena rebelião entre as raças ocorreu, pois queriam o domínio de tal energia. O líder do povo, ao perceber a ocorrência, tomou as devidas providencias, abrindo o portal e tirando todos aqueles que não se vinculavam com aquela situação, levando todo o conteúdo da pirâmide.

Os que aqui restaram, acabaram miscigenando a raça, perdendo as características iniciais.

O padrão mental de um maia ou asteca é considerado muito além da humanidade atual, pois a soma de valores que tinham, já que carregava um padrão vibratório muito acima da atualidade. Eram seres lúcidos, com distribuição de renda e alimentos iguais, sem formar fortunas, mas utilizando na dosagem certa a energia, para não desarmonizar o fluxo energético da Aldeia.

Não se misturavam com outros seres, pois sabiam da gravidade que isso ocasionaria. Mantinham-se fechados, cultivando tudo para as devidas necessidades.

Ocuparam a América por muitos séculos, até a ganância sujar algumas mentes da aldeia. Quando isso ocorreu, houve a miscigenação e a desocupação da área foi necessária, pois não se vinculavam com a guerra e a ganância.

Deixaram a sua marca nesta Terra, com poucos objetos que construíram e o avanço da agricultura que tinham.


 
 
 

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