UMA COLINA
- O Alquimista

- 4 de dez. de 2021
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A caricia que escorre do alto da colina, inundada de amor e compreensão, faz com que o homem reconheça alguns sintomas que estão distantes, como aguçar algumas emoções vindas de outras eras.
Eras remotas para os olhos da carne, mas muito viva ao pequeno e doce coração.
Um ar equilibrado, cheio dos aromas das flores silvestres, trazendo o retrato sagrado do Criador, que o faz sentir um filho direto de seu coração.
Poesias marcadas em cada pétala de flor, carregada de perfume e gloria, lembrando a doce aurora, misteriosa e derradeira para um ser solitário, que por muito tempo ali permaneceu sob a guarda do Senhor.
Bons tempos em cima daquela colina, fazendo o pão com suas mãos, passando pelo cilindro, aguardando a massa crescer e para o fogo do forno assar, com toda a sua imponência, fazendo todos os ingredientes se agregaram, para logo em seguida ser saboreado.
Do céu estrelado, uma pequena faísca descia, iluminando toda aquela colina, deixando transparecer como a beleza é rica em seus pequenos detalhes, mas que apenas aqueles que tem bons olhos conseguem apreciar, toda aquela realeza criada pelo Senhor, o Criador.
Pequena janela que retratava uma paisagem, que nem a mais sofisticada máquina consegue traduzir, pois o equipamento utilizado parte de um coração abandonado, que aprendeu a lei de apreciação, traduzindo a paisagem, conforme o que levava em seu singelo coração.
Pequena marcha de uma vida, traduzia os passos sagrados que faziam conduzir rumo a perfeição, só mesmo quem possuía aquele doce coração!


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